O design se copia.
A originalidade, não.
A authR registra a autoria do design e escreve, desde a origem, a provenance de cada edição: um fio que qualquer pessoa pode conferir, do registro da criação a cada edição licenciada.
Um fio liga cada edição a quem a criou
Autor
Quem concebeu o design. É a raiz: o titular originário dos direitos.
Registro de Identidade Autoral
O registro da autoria da criação, com data certa. Fica com o titular e não se transfere.
Edição Licenciada
Cada exemplar produzido sob licença, numerado e ligado ao seu RIA. Quando o próprio autor produz, é Edição Autoral.
Aplicado à Edição
Cada edição recebe um authR DNA, que responde ao smartphone.
Leitura no Smartphone
Qualquer pessoa aproxima o smartphone do authR DNA, sem instalar nada, e vê a origem e o caminho da edição, de volta até o autor.
Escolher o original faz diferença.
Por trás de cada design há o tempo e o talento de quem o criou. Escolher o original é reconhecer esse trabalho e respeitar quem produz sob licença, quem vier a suceder na propriedade daquela edição e, antes de tudo, a si mesmo. O que escolhemos ter também diz quem somos: o original traz a tranquilidade de saber de onde veio o que se tem, a coerência com os próprios valores e um vínculo real com a história de quem o criou. E, se um dia a edição mudar de dono, a origem conferível vai junto, sem depender de avaliação pericial, o que ajuda a preservar o valor da edição numa revenda.
Com a authR, qualquer pessoa confere, antes de comprar e durante toda a jornada da edição, quem criou o design e se aquela edição foi autorizada.
Um mercado ético, que exige respeito ao esforço criativo, ao talento e aos autores.
Sistematizamos a catalogação.
Cada edição já nasce catalogada e esse catálogo é publicado numa rede descentralizada acessível por todos e depositado na carteira de seu colecionador.
No design colecionável, o Catalogue Raisonné é o inventário de referência da produção de um autor: especialistas reúnem documentos, cruzam com os arquivos do criador e decidem o que entra, muitas vezes décadas depois. A authR faz esse trabalho na origem, criação por criação, edição por edição.
A diferença está no tempo. O catálogo tradicional reconstrói a história de uma edição que já circulou; o da authR se escreve junto com a produção. Um Raisonné nativo e dinâmico no tempo.
Duas portas, dois caminhos
Autores, editores e produtores licenciados
Registre a autoria do seu design, emita as Edições Licenciadas e acompanhe cada exemplar que sai com o seu nome.
Colecionadores e compradores
Aproxime o smartphone da edição e confira a origem, o número e o caminho que ela percorreu até você.
A gestão dos seus direitos autorais, do registro da autoria a cada exemplar licenciado.
Um sistema completo em blockchain: a autoria registrada, as licenças, as edições numeradas, o controle da tiragem e a base de cálculo dos royalties, tudo ligado ao mesmo registro e conferível por qualquer pessoa.
O titular pode ser o autor, que concebeu o design, ou quem recebeu os direitos dele: o editor-produtor licenciado, o cessionário, o sucessor. A authR prepara cada registro e você assina.
Seis frentes, um registro só
O RIA é único
Um Registro de Identidade Autoral por criação, emitido para a sua carteira, com data certa. Não se vende e não se transfere, como o direito moral do autor (art. 27 da Lei 9.610/98).
A história do design, ancorada
Desenhos, fotografias, protótipos e documentos de processo ficam ligados ao registro. Cada arquivo tem um endereço calculado do próprio conteúdo: se mudar uma vírgula, o endereço muda.
Licenças e parceiros
Cada licença fica registrada com quem produz. Você nomeia os parceiros que aplicam e ativam o authR DNA, e cada ativação feita por eles entra no histórico.
Exemplares numerados
Cada Edição Licenciada nasce na sua carteira, numerada e ligada ao RIA; quando o próprio autor produz, é Edição Autoral. Dali segue ao fabricante, ao revendedor e ao colecionador por transferência que o dono assina.
Controle da tiragem
Pedidos, emissões, ativações e ocorrências contados por obra. Na edição limitada, a tiragem tem teto e o sistema mostra quanto resta; nas demais, o pedido fixa a quantidade. A reposição de exemplar destruído fica registrada como tal.
A base de cálculo
Quantas edições foram produzidas, por quem e em que período, registradas na rede e conferíveis por qualquer pessoa. É a base para aplicar o percentual do seu contrato de licença; o pagamento segue entre as partes, sem intermediação da authR.
Do dossiê à edição
- 01
Você prepara o dossiê no portal
Descreve o design, envia os arquivos e declara os fatos da autoria. Um assistente ajuda a organizar o material.
- 02
A authR confere
A conferência verifica o dossiê. O registro só segue com o seu de acordo, também na versão em inglês do conteúdo.
- 03
Registro e emissão do RIA
O dossiê é ancorado na rede, com data própria, e o RIA é expedido para a sua carteira.
- 04
Pedido de Edições Licenciadas
Você pede as edições no portal, recebe o orçamento e aceita. Cada edição nasce na sua carteira.
- 05
Cada exemplar recebe um authR DNA
A authR grava o authR DNA; quem aplica é você ou o parceiro que você nomeou, que declara a aplicação e o ativa. A data da ativação entra no histórico da edição.
Fale com a authR
Conte quem você é e o que quer registrar. A equipe responde pelo e-mail informado.
contato@auth-r.com
Aproxime o smartphone. A edição responde.
O authR DNA na edição gera uma resposta nova a cada leitura. A página que abre mostra o design, o autor, a edição e o caminho até você. A verificação só acontece quando você pede.
Para conferir, não é preciso instalar nada: basta aproximar o smartphone.
Três toques entre você e a origem
- 01
Aproxime o smartphone do authR DNA
Não é preciso instalar nada. A maioria dos smartphones modernos lê o authR DNA por aproximação, com a mesma tecnologia NFC dos pagamentos por aproximação. Abre uma página da authR, sem cadastro.
- 02
A authR confere a resposta
Uma leitura copiada não serve de novo, porque o contador já passou. Uma etiqueta que a authR não gravou não tem a chave e não confere.
- 03
Você vê a origem e o caminho
O design, o autor, a edição, a numeração e cada passagem de mão, de volta até o titular dos direitos: a provenance da edição, escrita desde a origem. Colecionador pessoa física aparece só pelo papel e pelo ano, sem o nome.
A edição é sua. A autoria segue com o autor.
Ao receber uma Edição Licenciada, você passa a ser o dono daquele exemplar, e a sua carteira registra isso. A autoria continua com quem criou: o RIA fica com o titular dos direitos autorais.
Se um dia a edição mudar de dono, o histórico vai junto. Quem a receber depois vê o mesmo caminho, de volta até o autor.
O registro é público
Cada registro está na rede Polygon e pode ser conferido no Polygonscan por qualquer pessoa, sem pedir acesso à authR. A leitura do authR DNA, essa sim, passa pelo sistema de verificação da authR.
Da criação a cada edição, um registro só.
O titular registra a criação. Cada edição nasce ligada a ela, numerada, e recebe um authR DNA. Dali em diante, cada passagem de mão entra no histórico, e qualquer pessoa confere.
- 01
O titular prepara o dossiê
No portal, descreve o design e reúne desenhos, fotografias e documentos de processo.
- 02
A authR confere e emite o RIA
Com o de acordo do titular, a criação é registrada na rede e o Registro de Identidade Autoral vai para a carteira dele.
- 03
As edições nascem numeradas
Cada Edição Licenciada, ou Edição Autoral, nasce na carteira do titular, ligada ao RIA.
- 04
O authR DNA vai para a edição
A authR grava; o titular ou o parceiro dele aplica e ativa. A ativação entra no histórico.
- 05
A edição circula
Quem recebe uma edição a recebe na própria carteira, criada no app authR. Dali, pode transferi-la a outra pessoa: o dono assina a oferta e quem recebe conclui, aproximando o smartphone do authR DNA. Assim a edição passa do fabricante ao revendedor e ao colecionador, e cada passagem entra no histórico.
- 06
Qualquer pessoa confere
Basta aproximar o smartphone do authR DNA, mesmo sem instalar o app: a página mostra o design, o autor, a edição e o caminho que ela fez.
Do autor ao exemplar, cada elo registrado
Cada RIA descende de um autor. Cada Edição Licenciada descende de um RIA. RIAs do mesmo autor são irmãos; edições da mesma criação também.
Um registro solto é um fato órfão. Na authR, cada registro aponta para o anterior, e o caminho inteiro pode ser percorrido de volta.
O que fica registrado, e onde
On-chain
O RIA, cada Edição Licenciada, quem é o dono de cada uma e cada transferência. Nomes de pessoas não vão para a rede.
Off-chain
Os arquivos do dossiê, guardados numa rede pública de arquivos (IPFS) e identificados pelo próprio conteúdo, o cadastro que liga cada carteira a um nome e o registro de ativação do authR DNA. O registro na rede aponta para os arquivos pelo endereço do conteúdo.
Para o funcionamento das carteiras, das emissões e das transferências, veja Carteiras e registro.
A carteira é do cliente. A chave também.
Na authR, cada registro na rede mora numa carteira do cliente. É ele quem move os seus registros, com a própria chave. A authR prepara, transmite à rede o que o dono assinou e atesta; não guarda chave, não move e não impede.
O sistema em cinco ideias
A carteira é do cliente
Cada titular e cada colecionador tem a própria carteira na rede Polygon. Quem assina é quem tem a chave: a de acesso, no smartphone, ou a reserva, de 12 palavras.
O RIA fica com o titular
Nasce na carteira do titular e não se transfere. Quando precisa ser corrigido, nasce um RIA novo que aponta o anterior.
A edição circula
Cada Edição Licenciada nasce na carteira do titular e pode passar ao fabricante, ao revendedor e aos colecionadores, um de cada vez. Cada passagem fica registrada no histórico da edição, que guarda toda a sua jornada.
Só o dono move
Toda transferência é uma oferta que o dono assina e que só quem foi nomeado conclui.
A authR atesta
Na leitura, a authR confere o authR DNA e a cadeia de origem e registra o resultado no histórico. Sem a atestação, a transferência acontece com uma marca do que faltou.
Polygon PoS
rede principal · 137
A digital ou o rosto assinam pela carteira
A carteira tem duas chaves, criadas no seu aparelho: a chave de acesso, liberada pela biometria ou pela senha do smartphone, e uma chave reserva de 12 palavras, que você guarda fora do aparelho para entrar em outro smartphone. A authR não recebe nenhuma das duas e não consegue recuperar a carteira se as duas se perderem.
| Ato | Quem assina | O que a authR faz |
|---|---|---|
| Criar a carteira | A pessoa, com a chave de acesso do smartphone | Prepara a conta |
| Emitir o RIA (Registro de Identidade Autoral) | O titular, no de acordo | Prepara a emissão e transmite |
| Emitir as edições | O titular, no aceite do pedido | Prepara a emissão e transmite |
| Transferir uma edição | O dono oferece; o nomeado conclui | Transmite e atesta |
- prepara cada operação
- transmite à rede o que o dono assinou
- confere o authR DNA e a cadeia de origem
- organiza o dossiê e os registros
- não guarda as chaves das carteiras
- não assina no lugar do dono
- não move registros de ninguém
- não impede uma transferência
Quem confere
A authR é a casa que registra a autoria do design e confere cada exemplar licenciado. O que entregamos é origem conferível: quando cada design nasceu, quem o criou e por onde cada edição passou.
auth + R
auth evoca autenticidade, autoridade, autorização e, por fim, autoria.
R evoca registro, rastreabilidade e rights, os direitos.
Limites ditos em voz alta
Não julgamos mérito: a lei não exige valor artístico, e o critério é a escolha livre do autor.
Não prometemos valorização. Não intermediamos venda nem cobramos taxa de transferência.
Não afirmamos o que não está registrado. Cada vínculo que mostramos existe na rede.
Não examinamos a edição física: materiais, estado de conservação e reparos ficam fora do que a leitura confere.
RIA: acreditado e acervado pela BRADA
O Registro de Identidade Autoral é acreditado e acervado pela Associação Brasileira de Design Autoral (BRADA) e integra a biblioteca de registros da BRADA.
A associação dá voz e forma ao movimento pela regulamentação e moralização do design autoral brasileiro.
brada.org.br ↗Fale com a authR
Para registrar um design, licenciar edições ou integrar a authR à sua produção.
contato@auth-r.com
A authR escreve a identidade. A rede guarda o registro.
Três ferramentas, uma família: o authR SUN grava, o authR CHAIN registra, e o authR DNA é o que cada edição carrega.
Grava
A ferramenta da authR que grava cada authR DNA: cria chaves próprias, derivadas só para aquela edição, e anota num livro de gravação quando, por quem e com qual chave cada um foi gravado.
Registra
A operação na rede: emissão do RIA e das edições, transferência por aceite do nomeado e conferência pública dos registros.
Responde
A etiqueta aplicada à edição, com um chip NFC criptográfico. A cada leitura gera uma resposta nova, com um contador que só sobe e uma assinatura calculada com a chave daquela etiqueta.
Na authR, autêntico é o authR DNA que o authR SUN gravou
A atestação da authR vale para o que está registrado na plataforma: o authR DNA gravado pelo authR SUN, que responde com assinatura válida, e a edição a que ele está ligado. A assinatura, sozinha, não diz de onde a etiqueta veio: qualquer pessoa com uma chave criptográfica consegue gravar um chip que assina. O que liga a etiqueta à authR é o livro de gravação, onde o authR SUN anota cada authR DNA que gravou. Um chip que assina, mas não consta desse livro, não é um authR DNA e não recebe a atestação da authR.
As chaves ficam numa área protegida do chip, que o smartphone não consegue ler. Etiquetas NFC comuns, de conteúdo fixo, não são aceitas.
Duas formas de aplicação*
Embutido: o authR DNA fixado internamente na edição.
Selo hexagonal: com a marca authR, colado na superfície.
Os dois se danificam numa tentativa de remoção, para que o authR DNA não passe de uma edição para outra. Choque e temperatura extrema também podem inutilizá-lo.
* Estamos pesquisando outras formas de aplicação, que podem ser customizadas conforme a necessidade de cada cliente.
Sobre o que o sistema se apoia
| Camada | Escolha | Por quê |
|---|---|---|
| Rede | Polygon PoS · 137 | A rede mais usada da Polygon, uma das principais plataformas de escalabilidade do ecossistema Ethereum. Processa transações de forma rápida e econômica, é compatível com a Ethereum Virtual Machine (EVM) e opera em paralelo à Ethereum, com pontos de controle registrados nela. A atividade na rede pode ser conferida no Polygonscan ↗ |
| Assinatura | Chave de acesso do smartphone (P-256) e chave reserva de 12 palavras (BIP-39) | A de acesso é conferida de forma nativa pela rede; a reserva serve para entrar em outro aparelho |
| Contas | ERC-4337 | Contas inteligentes com duas chaves, ambas do titular |
| Registros | ERC-721 | Padrão aberto que qualquer carteira ou auditor reconhece |
| Arquivos | IPFS e Arweave, por CID | O endereço é calculado do conteúdo: qualquer alteração aparece |
O registro não depende de uma única empresa
Os registros da authR ficam na rede Polygon PoS, uma rede pública e descentralizada, operada por validadores independentes, e não nos servidores de uma única empresa.
Rede descentralizada
Os blocos são produzidos e validados por um conjunto de validadores independentes, espalhados pelo mundo. Cada nó da rede guarda uma cópia do histórico.
Ancorada na Ethereum
Em intervalos regulares, um resumo criptográfico dos blocos da Polygon é gravado na rede principal da Ethereum. O histórico consolidado passa a contar também com a segurança da Ethereum.
Em padrões abertos
Os registros seguem padrões abertos da Ethereum e os contratos rodam em qualquer rede compatível. Se um dia for preciso mudar de rede, o histórico registrado até ali continua conferível onde está.
O app authR e o manual de uso
O que você precisa para guardar e conferir as suas edições.
Para iPhone e Android
O app authR é para quem coleciona: guarda as edições que você possui e recebe as transferências que forem oferecidas a você. Para apenas conferir uma edição, não é preciso o app: basta aproximar o smartphone.
Tela por tela, no iPhone
Da criação da conta à leitura do authR DNA, com uma animação para cada passo. A versão para Android vem depois.
RIA: acreditado e acervado pela BRADAO Registro de Identidade Autoral é acreditado e acervado pela Associação Brasileira de Design Autoral (BRADA) e integra a biblioteca de registros da BRADA. A associação dá voz e forma ao movimento pela regulamentação e moralização do design autoral brasileiro. A BRADA é entidade colaboradora do Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
brada.org.br ↗CNCP no gov.br ↗
Em breve